domingo, 27 de maio de 2012

Governo do PT usa o Banco Central para incendiar o consumismo que endividou as famílias

O governo federal abandona a boa política das metas de inflação, superávit primário e câmbio flutuante.
Tudo em favor da campanha eleitoral.
Para captar votos promove a demanda (consumo).
Deveria promover o investimento na deficiente infraestrutura.
Para manter o apoio ao seu sindicalismo promove a redução da jornada de trabalho (anunciada pelo seu ministro do trabalho).
Deveria promover a produtividade.
Como essas políticas darão maus resultados, continuará a escolher culpados.
Sejam eles os americanos, os europeus, os alemães, os banqueiros, os industriais ou os comerciantes.
Recomendo a leitura do link abaixo, do jornal O Estado de S. Paulo. 
Hélio Mazzolli

Causa espanto o fato de o Banco Central (BC), afastando-se de seu papel de guardião da moeda, ter elaborado uma medida para beneficiar exclusivamente um segmento da economia, a indústria automobilística, com a liberação de R$ 18 bilhões dos depósitos compulsórios para que os bancos aumentem a oferta de financiamentos a quem quiser comprar automóveis. Mais espantoso, ainda, é o modo como essa liberação foi feita, às pressas, deixando nítida a disposição da diretoria da instituição de aceitar sem resistência as pressões do Palácio do Planalto por medidas que estimulem o consumo e comprovando, na prática, o abandono dos objetivos de um verdadeiro banco central.
Desde meados do segundo semestre do ano passado, quando a crise europeia passou a afetar mais fortemente a economia brasileira, decisões consideradas precipitadas ou inconsistentes com os dados conjunturais - sobretudo a evolução dos preços, que deveria ser sua preocupação central - vêm mostrando a propensão da diretoria do BC a, abrindo mão de sua autonomia e afastando a instituição de sua missão principal, "colaborar" com o governo.
CLIQUE AQUI para ler todo o texto.

14 comentários:

Anônimo disse...

O povo de banania deve comer carros, imagino !

Anônimo disse...

Não estou entendo. Todos reclamavam e criticavam que os juros do BR éram os mais altos do mundo. A elite, a velha imprensa e os empresários então.

Agora o BC baixa os jurus para que mais pessoas possam entrar no mercado de consumo OS MESMOS que reclamavam caem de pau em cima do governo.

Afinal, se não dá para ir aos "EUA" fazer um "tur" e comprar porque o dolar soubiu paciencia né gente. Ajudem o Brasil e comprem produtos vendidos aqui. Colaborem com seu pais um pouco.

Tem gordura para baixar os juros, voces mesmo dizem que ainda somos o segundo pais com os juros mais altos.

Estamos no caminho, nem tanto estilo EUA que lastreava a economia por exemplo, na venda de imóveis. Mas também nem tanto o que prega a Alemanha (estilo dona de casa). Estamos no meio termo.

Mario Rangel disse...

Saiu no Estadão:

O ex-ministro da Defesa Nelson Jobim negou hoje que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tenha pressionado o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a adiar o julgamento do mensalão, usando como moeda de troca a CPI do Cachoeira.

Reportagem da revista Veja publicada neste sábado relata um encontro de Lula com Gilmar no escritório de advocacia de Jobim, em Brasília, no qual o ex-presidente teria dito que o julgamento em 2012 é "inconveniente" e oferecido ao ministro proteção na CPI, de maioria governista. Gilmar tem relações estreitas com o senador Demóstenes Torres (sem partido, GO), acusado de envolvimento com a quadrilha do bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira.

"O quê? De forma nenhuma, não se falou nada disso", reagiu Jobim, questionado pelo Estado. "O Lula fez uma visita para mim, o Gilmar estava lá. Não houve conversa sobre o mensalão", reiterou.

Anônimo disse...

Quem disse que o povo pensa a longo prazo? Eles trocam ouro por missangas agora, amanha se vao ter o que comer ou nao, o governo que se vire...

Soldadinho do PT disse...

Vai ser culpa do FHC...

Anônimo disse...

Populistas pensam na proxima eleicao, estadistas pensam na proxima geracao.

Anônimo disse...

Vai dar m...., todos sairão da crise, um dia, e o Brasil como ficará com a irresponsabilidade desse governo que não entende nada de nada???

Anônimo disse...

POLIBIO.

NA HORA DE PAGAR A CONTA, VÃO CULPAR O CAPITALISMO EXPLORADOR PELAS ALTAS TAXAS DE JUROS COBRADOS PELOS BANCOS....

BACARIA

Anônimo disse...

A tentativa será manter a festa até as eleições de 2014, depois será um Deus nos acuda. Quem for prudente não vai entrar em fria, acreditando nas promessas e discursos do atual governo.

Anônimo disse...

Que falta de responsabilidade.´Tratam disto como se não houvesse estratégica, somente jogadas (muitas contando com a sorte) suicidas.

Anônimo disse...

Os EUA já quebraram. A Europra tá quebrada.

O Brasil tá se segurando como pode. Ai vem os cara pálida e liberam os financiamentos para casa própria e carro a juros baixos.

Financiamentos a perder de vista que pelo que entendo não são pre-fixados. Se a economia muda, os juros mudam, as prestações galopeiam, a inadinplendia cresce, e a quebradeira geral se instala. Não precisa entender muito de economia pra ver isso.

Daqui um tempo a economia muda as pessas não conseguem mais pagar as prestações que não são pequenas e ai a crise imobiliária que aconteceu lá nos EUA, explode aqui.

Pessoas sendo desalojadas de suas casas, e o caos na economia financeira se pronuncia e aquele domino avaçalador liquida e quebra com tudo. Lá vai os bancos, lá vai a bolsa de valores e todo mercado junto. Os juros sobem, a inflação volta e o Brasil se junta aos outro paises mundialmente quebrados.

Se essa decisão nasceu aqui ou veio de lá daqueles que não querem estar quebrados sozinhos, não se sabe.

Só se sabe que as ruas já estão cheias e congestinadas de carros, e impulcionar mais ainda a compra deles só piora o estress no transito e a poluição.
Isso só ajuda as montadoras que não sabem manter sua produção controlada, só querem vender mais e mais e faturar mais e mais. E se depender da ajuda do governo, mais um punhado de milhão de automóveis vão ganhar as ruas, e se as pessoas poderam honrar as percelas, isso só o futuro dirá.

E frencamente feirão da casa própria, no sábado, sem as pessoas visitarem o imóvel, e muitas das vezes comprar na planta, logo de empreiteiras que não honram os prazos de entrega e ainda fazem aquelas habitações pré moldadas que não se sabe quantos anos vão durar. Aqueles caixas de fósforo que as paredes são uma casquinha, que as vezes ficam há quilômetros do centro da cidade ou do trabalho das pessoas, e no meio do nada. Tá louco, qualquer alteraçaozinha no preço ou algo parecido é motivo pra abandonar e cair fora sem pagar, ou ficar até ser despejado mesmo. Não se fazem mais moradias populares como antigamente.
Moradia popular hoje em escala industrial é só para encher as empreiteiras de dinheiro e a gerentada da CEF que come um, dois ou três por fora.

Nada diferente na terrinha.

Anônimo disse...

O Brasileiro tá acostumado a ser massacrado, e por mais que seja, ele rebola daqui e dali e sai sobrevivente do massacre.

Mas o mesmo não acontece com o governo. A união, estados e municipios é que propiciam e seguram as redeas e suportam as pilastras mestras da economia.

Se o governo quebra, o pais quebra.
Se o povo quebra mas o governo não quebra, o pais segue adiante.

Enquanto o impostômetro continuar arrecadando, nada estará perdido.

Uma empresa privada depende de muito trabalho e esforço para faturar e continuar viva.
O governo apenas espera que o contribuinte compareça e pague seus impostos.

Por mais mal empregado que seja os recursos públicos, eles sempre vão estar entrando, e isso não para nunca.
Já se uma empresa privada não administrar direito seus recursos e gerenciar seus lucros, com certeza vai estar fadada a morte. Já o governo não.

Por isso que roubam, roubam do povo, não fazem as benfeitorias que deviam ser feitas e a governo não quebra nunca.

E para que pelo menos o governo não quebre e consequentemente a economia vá junto, é preciso que a lei de responsabilidade fiscal seja levada a sério, que pelo menos os governantes da união, estados e municipios não entreguem seus governos no vermelho para o próximo gestor. Isso é primordial para que os govenos não se individem e não quebrem.

É exatamente esse controle simples que lá pela Europa do Primeiro Mundo não tem.

E nós até tentamos implantar isso com a lei de responsabilidade fical, mas pelo que se vê é que a lei está ficando apenas no papel, não está sendo cumprida e tem lacunas a ser corrigidas, pois ela não contempla muito bem o caso como do administrador fazer um emprestimo ou refinanciar uma divida por uns 20 anos, que no fim vai endividar as próximas gestões. O emprestimo e o refinanciamento é legal, mas as percelas que ficaram de um mandato para outro, e depois outro não é correto nem honesto.

Nossa Lei de Responsabilidade fiscal não só tem que molhorar, mas também tem que ser posta em prática.
Hoje funciona precariamente nos municipios, e nos estados e na união, é como se ela não existisse, um verdadeiro absurso que deve e precisa ser corrigido!!

O dia que os governantes (tanto o eleito como os nomeados de sua confiança como ordenadores de despesa) tiverem que pagar do próprio bolso o que foi gasto a mais do que arrecadado na sua gestão, a economia publica ficará pelo menos mais segura de quebrar.

Anônimo disse...

O TIRO SAIU PELA CULATRA... DO GILMAR E DA VEJA.

ISSO É ATITUDE DE DESESPERADO.

GILMAR FOI PEGO EM BERLIM, ONDE MORA UMA FILHA, E APROVEITOU PARA UMA CONVERSINHA COM O DEMÓSTENES E COM O CACHOEIRA. MAS DISSE QUE PAGOU A CONTA COM O "SEU" DINHEIRO.

É BOM LEMBRAR QUE O GILMAR DEU DOIS HABEAS EM24 HORAS PRO DANIEL DANTAS, PEGO EM FLAGRANTE TENTANDO SUBERNAR UM POLICIAL FEDERAL COM UM MILHÃO...

José Truda Palazzo Jr. disse...

Políbio, enfim vemos reflexões sérias sobre essa histeria consumista. O (des)governo Dilma tem uma visão de desenvolvimentismo soviético dos anos 50, em que se atropela qualquer bom senso para fingir uma economia pujante, à custa do Estado, com os resultados que qualquer analfabeto que não seja de Garanhuns conhece. Pior, o estímulo ao consumismo irracional e o subsídio de bilhões a indústrias específicas na contramão das boas políticas públicas (exemplo das benesses ao carro individual em detrimento ao transporte público de qualidade) retardam a evolução, no Brasil, de alternativas sustentáveis, em linha com as tendências de Economia Verde. É preciso apear esses simplórios daninhos do poder e colocar no comando gente com visão de futuro, com noção de gestão pública, com amor ao verdadeiro desenvolvimento, sem compromisso com os jabás de montadoras e empreiteiras que hoje impedem a gestão racional do País. Um abraço!
José Truda Palazzo Jr.,
Presidente,
Democratas Ambiental - Canoas