sexta-feira, 20 de julho de 2012

É assassinado outro homem da Polícia Federal que trabalhava no Caso Cachoeira

- Começou a matança no Caso Cachoeira. Os assassinatos políticos sucedem-se sem que o governo Dilma Rousseff e o ministério da Justiça assumam que uma quadrilha degenerada é capaz de fazer o que bem entende, além de meter a mão para valer no dinheiro público.

Um escrivão da Polícia Federal que trabalhava com agente Wilton Tapajós, assassinado na última terça-feira, foi encontrado morto no Conjunto 3 do Jardim Botânico, área nobre do Distrito Federal, por volta das 17h desta quinta-feira, 19. As informações são do Correio Braziliense. Por enquanto, a tese usada pela polícia é de suicídio.

O agente Wilson Tapajós foi assassinado a tiros no cemitério de Brasília nesta segunda-feira, 16. Ele atuou na linha de frente das investigações que desarticularam a máfia que explorava caça-níqueis e jogos de azar em Goiás. Coube a Tapajós acompanhar ações de Lenine Araújo de Souza, um dos principais auxiliares do contraventor Carlinhos Cachoeira, e também de policiais militares e civis, que faziam parte da organização criminosa desmantelada pela Operação Monte Carlo.

A Polícia Federal, que participa das investigações com a Polícia Civil e prepara-se para assumir totalmente o inquérito, trabalha com a hipótese de que o crime seria vingança de membros da quadrilha, ou queima de arquivo.

6 comentários:

Anônimo disse...

Os "ferrabrases" da PF continuam achando que um dos casos foi latrocínio e o outro "suicídio". Na URSS de Stálin os "auxiliares" também eram eliminados após terem executado suas tarefas. Será que chegará a vez dos "ferrabrases"?

Anônimo disse...

Algum petralha para defender a posição omissa do governo?

Anônimo disse...

O pT sabe fazer bem feito seu trabalho...

Anônimo disse...

Olha a direita agindo aí, minha gente. Ela é capaz de tudo.

Anônimo disse...

Eu não consigo entender o motivo do expanto... Permitir que o PT assumisse o poder é o mesmo que deixar o lider do PCC ser presidente do país. Não há diferença alguma nisto. E em breve, os justiçamentos começarão nas forças armadas também.

Anônimo disse...

Marcos Cavalcante, irmão de Marcelo

Depois que as "investigações" da Polícia Civil do DF e do Ministério Público do DF trabalharam em bastante “sintonia” e chegaram ao vergonhoso e farsante desfecho de suicídio, fica difícil acreditar na versão de suicídio desse policial federal, 48 horas após outro policial federal ter sido friamente e barbaramente assassinado, ambos aqui em Brasília.

Ao tempo em que a família Cavalcante teve o azar de contar com uma cobertura parcial dos principais meios de comunicação do Rio Grande do Sul, a Polícia Civil do DF e o Ministério Público do DF tiveram sorte, já que a versão da verdadeira família do Marcelo, consignada nos poucos, mas esclarecedores depoimentos sempre foram omitidos e ignorados pelos grandes veículos de comunicação, que sempre preferiam ouvir e dar credibilidade à “viúva-alegre”, recentemente falecida de câncer, mas pega inúmeras vezes em contradições e mentiras, mas que desde o início foi a principal suspeita da nossa família, bem como de dois delegados inicialmente responsáveis pelo inquérito policial.

É de extrema importância que ambas as famílias dos policiais federais acompanhem de muito perto essas investigações para, também, não terem a infelicidade que a minha teve ao, ingenuamente, acreditar nas “investigações“ e no real e verdadeiro desfecho do caso, que não aconteceu e que desde o início sempre demonstrou, ao sempre ignorarem a minha família.

No começo até acreditamos que os responsáveis pelo premeditado, orquestrado, cruel e bárbaro ASSASSINATO do meu saudoso e querido irmão fossem pagar pelo crime que cometeram, mas infelizmente e rapidamente as “investigações” preferiram acobertar a verdade, sempre blindando os principais suspeitos e deixando a nossa família totalmente impotente diante de tamanha covardia e conivência.

Deixo aqui as minhas condolências às duas famílias e também uma dica para a família dos dois policiais federais - TODO CUIDADO É POUCO... NEM SEMPRE O QUE TENTAM FAZER PARECER É...

Marcos Cavalcante, irmão de Marcelo